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Óleos e gorduras fazem parte da culinária brasileira. O azeite de dendê, azeite de oliva, óleo de soja, milho, girassol, canola, amendoim, são alguns exemplos. |
Um amplo estudo internacional, o
INTERHEART, confirmou que o principal fator de risco para as doenças
cardiovasculares é o elevado nível de LDL, o colesterol mais envolvido na
formação das placas de gordura que levam à obstrução das artérias, contribuindo
para a ocorrência de infarto e derrame cerebral, entre outras doenças.
Apesar dos óleos, muitas vezes nos dar água
na boca só de lembrar, devemos ficar atentos já que existem aqueles que aumentam
a produção de colesterol no sangue. Porém nem todas as gorduras são
perigosas. As mais prejudiciais são as gorduras saturadas de origem animal:
banha de porco, toucinho, bacon, manteiga, creme de leite, maionese, que aumentam a produção de colesterol pelo
nosso organismo. Já as gorduras
vegetais, como os óleos de milho, girassol, arroz e soja e as margarinas
cremosas, são "poli-insaturadas", o que contribui para evitar a aterosclerose.
De acordo com a Sociedade Brasileira de
Cardiologia (SBC), recomenda-se:
-Consumo preferencial de verduras e
legumes, frutas, cereais, grãos e massas;
- Consumo preferencial de peixe e carnes
brancas das aves, preparadas sem pele;
- Uso restrito de carnes vermelhas, com
retirada da gordura visível;
- Uso moderado de crustáceos, evitando-se a
adição de gorduras saturadas em seu preparo;
- Evitar o consumo de gema de ovo, leite,
manteiga e outros derivados na forma integral, dando preferência a produtos
desnatados;
- Evitar o uso de margarinas sólidas e
usar, com parcimônia, margarinas cremosas ou alvarinas;
- Usar óleos insaturados, tais como soja,
canola, oliva, milho, girassol e algodão, com preferência pelos três primeiros;
- Evitar o uso de óleo de coco e dendê;
- Evitar frituras.
